
Quando você entra em um jogo, jogue até o fim e arque com as conseqüências. Todo relacionamento humano é um jogo, logo, todos jogamos até o fim, mas, há alguns jogos que duram a nossa vida toda e são divididos por tempos, fases, pessoas...
O mais famoso dos jogos é o amor, para quem acha que o amor não é um jogo recomendo que abram os olhos, pode ser chocante no começo, mas depois você vai pensar como não pode notar esse detalhe antes.
O mais recente que joguei terminou na quarta, mas acho que antes tenho que falar como começou, não é?! Vamos aos fatos: 1- ele tentava minha vida desde o ano passado, por ironia do destino, ou não, estamos na mesma van então isso era quase que diário, e até que resiste bastante, mas isso não me isenta de algumas coisas; 2- agora no começo do ano decidi ver até onde isso ia se eu desse corda, ou seja assumi riscos por jogar o jogo até o fim; 3 – na noite que ficamos ele me revelou que tem uma namorada (que alegria!) ai o jogo ficou mais perigoso e com o fim já decretado; 4 – depois que ficamos eu meio que assumi o papel de psicóloga do garotão.
Agora vamos ao fim do jogo, lembra que passei a me sentir a psicóloga da criança, então nas palavras dele “essa semana tá pesada, to carente...” e eu, ai que raiva, dei meu ombro para ele chorar. Dois dias fazendo isso e quando eu precisei de um ombro, de um amigo para desabafar, o que ele fez? A – me perguntou se eu queria conversar?; B – Não perguntou nada sentou do meu lado e me fez carinho dizendo que tudo ia ficar bem? Ou C – ficou ouvindo o jogo do “curintia” no radio? Parabéns pra quem apostou na resposta C.
Finish him! Ctzaaa NÉ!
Ai então o negócio foi ignorar, gelo total, e não é que a criança ficou sentida?!?!? XOQUEI!!! Hahahahahhahaha e ainda estamos assim e assim vai ficar, aprendi a lição e sei que mereço mais!
xo xo
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